Diante das tragédias climáticas recentes, como as enchentes devastadoras no Rio Grande do Sul, fica evidente a urgência de repensarmos nossas políticas públicas e orçamentos voltados para a prevenção e recuperação de desastres.
Com 94,3% da atividade econômica do estado impactada, é hora de unir forças para reconstruir e prevenir futuros eventos.
Investir em infraestrutura verde, como parques e áreas que absorvam melhor a água da chuva, é crucial. Além disso, o geoprocessamento surge como ferramenta indispensável na gestão de recursos naturais, ajudando a minimizar os impactos climáticos.